domingo, 25 de novembro de 2012

DE ROTORUA A NAPIER

Saímos neste dia, 6 de Novembro, de Rotorua, deixando a casa da simpática familia e do Enzo em direção a Napier.
No entanto em lugar de ir-mos por estradas ditas normais, fomos por uma estrada de alta montanha mas de terra batida. Exatamente por isso e para isso alugámos um jipe e não um carro de turismo.
Estava nesta manhã, eu de serviço, como driver. Isto porque acordámos, eu e o Gerd, em que um conduzia de manhã num dia e o outro na tarde desse dia e na manhã do dia seguinte e assim sucessivamente.
Entrámos então, numa estrada de montanha com paisagens luxuriantes e rainforest, quando, fazendo jus á tipologia, desata de chover, tornando a estrada, ou melhor o caminho num longo e imenso lodaçal de largas dezenas de Km (cerca de 70), o que tornou a condução dificil e digamos que, "não livre de perigos acrescidos".
Para além de uma patinadela do jipe porque apanhou relva na berma da estrada e "bailou", passando por sima de uma pedra mais volumosa, nada mais aconteceu digno de menção.
Á tarde trocámos de driver e coincidência ou não o Gerd apanhou uma subida, o que nestas condições atmosféricas e de piso, também não é pera doce.
Chegámos a Napier, perto do B & B tendo portanto deixado a alta montanha e enveredado por estradas normais, já com vinhas (não sei se sabem mas o vinho da NZ é dos melhores do mundo), pomares e ainda muitas vacas e menos borregos. Isto porque na Ilha Norte houve uma mudança de estratégia dos agricultores, passando a investir mais em vacas do que em carneiros, ao contrário da Iha Sul.
Demos uma pequena volta em Napier, pequena cidade junto ao mar, que todos nós já conheciamos e que foi destruída por um violento terramoto em 1930 e seguimos para o B & B da Rosie.
O Gerd e a Gisela já tinham estado neste B & B que está situado numa quinta no meio do nada, por assim dizer, e com inúmeros borregos, vacas, etc.
Ah e três galinhas.
Mas sobre a estória das galinhas falarei na próxima mensagem.
Para criar suspense....
Beijinhos para a Beatriz e para a Matilda.
Está quase...(onde é que eu já li isto???).





quarta-feira, 21 de novembro de 2012

ROTORUA

Este dia, 5 de Novembro, foi inteiramente passado em Rotorua, cidade sobre a qual referi na última mensagem "normal", excluindo portanto a que refere o Monte Tongariro e a erupção ocorrida ontem, dia 21 de Novembro (data/hora da New Zealand), mas referi, dizia que daria um "cheirinho" de Rotorua.
Claro que era linguagem encapotada. Isto porque quanto ao cheiro de Rotorua, ele é permanentemente a "ovos podres". Por causa dos incontáveis lagos de água fervilhante com enxofre, fumarolas, etc.
É em suma uma cidade, relativamente pequena mas que vive permanentemente a ferver no seu subsolo.
Depois de um pequeno almoço no B & B fomos vIsotar um paqrue termal (com lagoas de água fervente, buracos com lama, igualmente a ferver, fumarolas de fumo quente, etc. etc.), a cerca de quinze kilometros da cidade.
Fizemos dentro do parque uma caminhada de cerca de 2 horas, o que nos deu para chegar ao fim da visita algo cansados, pois tratam-se de caminhadas com subidas e descidas.
Á tarde voltamos a Rotorua e para além de algumas voltas pela cidade, que alíás todos nós já conheciamos, fomos visitar o Museu da Cidade, que foi inaugurado num antigo hotel há cerca de 2 anos.
Trata-se de um Museu bem organizado que retrata a vida desta cidade de fortissima influencia Maori, assentando basicamente sobre a cultura deste povo que se encontra claramente integrado na vida da New Zealand, contráriamente ao que acontece na Austrália.
Um bom exemplo disso mesmo, da integração, vê-se na equipa nacional de râguebi, que é formada por uma mescla de Maoris e não Maoris: os ALL BLACKS, verdadeira instituição nacional, claramente venerada por todos os Kiwis que é o nickname dos Neo Zelandeses.
Ainda antes de visitar-mos o Museu fomos visitar uma quinta (farm como aqui se diz), onde pudemos ver parte da apresentação das diversas especies de borregos aqui existentes, bem como dos cães que os agrupam nos rebanhos, como poderão ver nas fotos abaixo.
Até á próxima, cabendo aqui referir que hoje é dia 22 de Novembro (aqui), 7,30 da manhã e a TV não fala de outra coisa que não da erupção doMonte Tongariro, de ontem.
Beijinhos para a BEATRIZ e para a MATILDA!!!!



LAST MINUTE - MOUNT TONGARIRO

O que eu tinha previsto aconteceu: O Monte Tongariro perto de Lago Taupo entrou em erupção.
Aliás disse-o aos meus companheiros de viagem: "isto está quase a explodir" (sic). Demorou menos de duas semanas.
Estivemos exatamente no Monte Tongariro no passado dia 8 de Novembro, tendo feito uma caminhada de cerca de uma hora e meia e tendo almoçado no restaurante que dá apoio ao Monte e seus esquidadores.
Nada aconteceu, pelo menos para já, salvo uns alunos de uma escola terem sido apanhados a visitar o Monte. No entanto não houve feridos.
A explosão foi pequena, mas no entanto as cinzas subiram a cerca de 6.000 pés, qualquer coisa como cerca de 2 Km de altura.
Naturalmente que ninguém sabe se haverá, ou não, novas erupções e havendo qual a sua dimensão.
Mas este país é assim mesmo: erupções, tremores de terra, borregos, vacas, montes, vales, etc.
Poderão ver algumas fotos que na altura fizemos.
De referir que este Monte é na Ilha Norte e nós agora estamos no sul da Ilha Sul, portanto a "alguns" Kilómetros do Monte Tongariro. 



domingo, 18 de novembro de 2012

DE COROMANDEL A ROTORUA

Hoje, 4 de Novembro (como sabem escrevemos com atraso), saímos de Coromandel em direção a Rotorua, uma das cidades mais fascinantes da Nova Zelândia.
Depois de um lauto pequeno almoço, como habitualmente acontece nos B & B, e antes de abandonar-mos Coromandel, fomos fazer um circuito num comboio antigo, que passa por linhas verdadeiramente impensáveis para os tempos atuais, mas que nos levam a locais que outrora eram trabalhados pelos mineiros, uma vez que percorre exatamente os mesmos caminhos. O comboio e as linhas têm mais de 200 anos.
As paisagens continuam a ser deslumbrantes com vistas do mar por entre o emaranhado da floresta que o comboio atravessa, em sucessivos cruzamentos, que vai fazendo com outro comboio que saíu do mesmo ponto de partida que nós, só que uns minutos mais tarde. Os comboios andam para trás e para a frente em sucessivas mudanças de linhas chegando a passar um por cima do outro. Claro que através de carris diferentes.
Está aqui um bom exemplo para as nossa camaras municipais rentabilizarem as linhas que têm no seu território, com fins turisticos. Assim estivessem mais interessados - os seus dirigentes - nisso do que em fazer politica e manter posições (para não dizer outra coisa).
Adiante.
Depois disto, seguimos então para Rotorua, não sem antes passar-mos por paisagens que se vão tornamdo um lugar comum de beleza, quer sejam de montanhas, vales ou sobre o mar. Claro que quando são em terra, estão sempre polvilhadas de pontos brancos: são os borregos e as vacas (estas malhadas de preto e branco).
Ainda antes do almoço parámos numa praia e fomos fazer uma caminhada de cerca de uma hora e meia no total, a descer e posteriormente a subir, a Cathedral Cove, uma rocha numa praia.
A caminhada foi dura, mas valeu a pena, pois para além de ver-mos mais um local, só assim acessivel, possibilitou-nos fazer exercicio, para compensar as comezainas que temos tido e as longas horas de automóvel.
Depois disso seguimos para Rotorua, não sem antes comer-mos um almoço frugal, como habitualmente fazemos, sendo certo que essa frugalidade é compensada ao jantar, das mais diversas formas...
Chegamos a mais um B & B situado a cerca de 2 Km do centro de Rotorua. Trata-se de uma casa de uma Familia de que Vos falarei mais em pormenor no próximo post, mas sempre Vos digo que essa Familia é fundamentalmente  constituida por um casal: a Senhora com algum ar de antiga aristocrata, o Senhor com ar de "cientista" e literalmente invisual. Ainda uma filha de cerca de 35 anos com problemas cerebrais e um cão-guia, Labrador, preto, de nome Enzo.
Simplesmente fantástica esta Familia, quer do ponto de vista moral, quer organizacional.
Este é um cheirinho de Rotorua.
Depois explico porquê!!!
Até á próxima e beijos para a BEATRIZ e a MATILDA.




sexta-feira, 16 de novembro de 2012

DE PAHIA AO COROMANDEL

São quase dez da noite, hora local em TE ANAU no sul da Ilha Sul, portanto 9 da manhã em Portugal.
Ótima hora para publicar mais um post.
Este é referente ao 3º dia desta fabulosa viagem pela Nova Zelândia profunda, de campos, montanhas, rios e vales, povoados de milhões de borregos e ovelhas, bem como de vacas de leite e "de beef", taal como de veados (em menor quantidade) e alguns lamas.
Depois de chegar-mos do cruzeiro, se assim se pode chamar, á Bay of Islands, fomos ao Bed & Breakfast recolher o jeep, para fazer-mos uma caminhada (de jeep, claro) de cerca de 500 Km.
Fomos preferencialmente por estradas secundárias, percorrendo montanhas e descendo a vales, todos eles,tal como as montanhas explodindo de verde.
Por largos kilómetros fomos paralelos ao mar de um azul turqueza indescritível, obrigando-nos amiudadas vezes a parar, para contemplar as paisagens e roubar pedaços delas através das máquinas de fotografar e câmara de video, sendo que não há forma de recolher nestes aparelhos, os diversos angulos, com que pessoalmente conseguimos ver as coisas.
Na realidade, não se ocnsegue imaginar as subidas e consequentes descidas que temos que fazer a velocidades que fariam as delicias de um caracol, é certo, mas que pouco superiores são ás que um atleta de primeira grandeza consegue fazer: curvas onde a velocidade aconselhada, não ultrapassa os 15 ou 25 Km..Imagine-se.
Lá chegámos ao Coromandel, uma pequena vila, dedicada ao turismo, sobretudo aquático e paisagistico.
Depois de procurar-mos um pouco, encontrámos o B & B que atempadamente tinhamos reservado e onde nos aboletámos.
Mais uma familia, desta vez inglesa, mas que emigrou para a NZ há cerca de trinta anos.
Cabe aqui realçar que fomos jantar a um restaurante no centro de Coromandel e que comemos umas ostras locais, perfeitamente deliciosas.Eu nunca tinha comido ostras tão gordas.
Oferecemos mais uma foto, desta vez de uma casa de banho publica que é um monumento e que foi desnhada e criada por um artista austriaco.
Na realidade digna de se ver ( e utilizar, claro).

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

BAY OF ISLANDS

No dia seguinte cerca do meio dia, 11 da noite do dia anterior em Portugal, embarcámos rumo á Bay of Islands, que como o nome indica é uma enorme baía repleta de pequenas, algumas, noutras nem tanto, ilhas.
Sejam grandes ou não tão grandes há uma verdade insofismável: todas elas são de uma rara beleza, todas elas são hiper povoadas de pássaros de multiplos tamanhos, cores e formas de bico diferentes entre si, consoante a ave se alimente em terra ou no mar.
Numa das ilhas foi proposto aos passageiros, cerca de 30 no total se queriam desembarcar, para usufruirem de diversas atividades,nomedamente canoagem e caminhadas a pé na ilha.
Raros foram os que não desembarcaram.
Nós, naturalmente também desembarcámos e fizemos uma caminhada na ilha, não muito grande, mas bastante dura, dado que se tratou se subir a um look out e que para se alcançar tinhamos que subir dezenas e dezenas de degraus por uma escadaria de madeira.
Realmente bastante duro.
Porém a vista compensou largamente a dureza da subida.Largamente, de resto.
Descemos, depois fizemos mais uma caminhada pela praia onde nos divertimos com uma estrela do mar que tinha ficado na areia "em seco" e que depois devolvemos ao mar. Depois  regressámos ao barco, tendo sido os ultimos a fazê-lo.
Passámos a noite a bordo, num camarote pequeno, mas suficiente para nos dar o conforto indispensável, nestas situações.
No dia seguinte, regressámos ao nosso jipe, para seguir-mos viagem neste fabuloso país.
Mais umas fotos, só para aguçar o apetite.



Até á próxima.

NOVA ZELÂNDIA

Com "algum" atraso começo a escrever algo sobre esta viagem, combinada e programada há mais de um ano. Foi-o na Oktoberfest de Outubro de 2011 em Munich, onde fomos, convidados pelos nossos Amigos Gisela e Gerd.
Escrevo este primeiro post sobre esta viagem, que até agora se tem revelado fabulosa, a bordo do Interislander, um ferryboat que nos está a transportar numa viagem de 3,5 horas, entre a ilha Norte a ilha Sul.
Voltando um pouco ao inicio.
Saímos de Lisboa no dia 30 de Outubro com destino a Munich na Companhia do Gerd e da Gisela. Aqui separámo-nos tendo nós seguido para Banguecoque e a seguir para Singapura  para finalmente daqui seguir-mos viagem para Auckland.
Os nossos Amigos em Munique separaram-se de nós tendo seguido para Hongkong e daí seguiram para Auckland.
Aqui chegados já o Gerd e a Gisela estavam á nossa espera (chegaram uma hora antes de nós), com o jipe que já tinham ido levgantar.
Em Auckland, onde chegámos apenas no dia 1 de Novembro, fomos almoçao ao Parnel, um elegante bairro dentro da cidade e daí seguimos para PAHIA no norte de Auckland (cerca de 200Km a norte), onde nos instalamos no primerio dos muitos Bed & Breakfast onde iremos ficar nesta vigaem.
Fomos recebidos, como é norma neste tipo de alojamentos, por uma simpática Senhora, proprietária da casa, a qual nosproporcionava uma magnifica vista sobre a Bay of Islands, para onde fomos no dia seguinte, tendo passado a noite de um barco, onde fizemos um mini cruzeiro de pouco mais de 24 horas.
Mas isso ficará para um próximo post.
Vou mostrar duas fotos deste primeiro dia, sem prejuizo de mais tarde elaborar um album devidamente ordenado com as fotos da viagem.
Isto é apenas um aperitivo.
PS-entrámos agora no estreito de Cook (entre a Ilha Sul e a Ilha Norte) e o ferry já abana um pouco.
PS 2- Só no dia 12/11/2012 é que a mensagem pode ser publicada uma vez que o wirelees do ferry se perdeu.
PS 3-Beijinhos para a BEATRIZ e para a MATILDA.