sábado, 20 de abril de 2013

ANIMAÇÃO CIRCENSE

Hoje, 20 de Abril, dia a seguir á minha Filha ter completado mais um aniversário, não digo qual porque isso são coisas que não é dito senão pelo próprio, e em que a Marina, a minha cunhada Paula e eu próprio almoçámos com ela, já que não podiamos jantar, foi passado em casa.
Já estava programado passar este dia em casa pois tinhamos bastante que fazer, nomeadamente, colocar algumas molduras com fotografias e sobretudo colocar, depois de muitas dúvidas qual o melhor local na nossa sala, como faziamos questão de fazer, uma aguarela.
Trata-se de um óleo pintado pela Noélia (Noélia Romão, 2008), que além de pintora é desde há muitos anos nossa Amiga.
O quadro foi-me oferecido pela minha Filha e Netas, por ocasião do meu 60º aniversário.
De todo o coração lho agradeço pois marca indelévelmente uma data importante - 60 anos - .
Espero e desejo que quando eu desaparecer e a Marina também, as minhas Netas, Beatriz e Matilda o preservem, não tanto como um objeto financeiramente valioso, muito embora o deseje pois seria sinal de que o talento da Noélia Romão seria amplamente, ou ainda mais amplamente, já agora, reconhecido, mas sim como uma obra de arte a quem os Avós votaram um carinho especial.
Estou convicto que lhes será possível cumprir este desejo. E que este desejo só tenha que ser cumprido daqui a muitos anos....
Abaixo publico uma foto da obra de arte.
Apreciam-na, sedno que todos o podem fazer ao vivo em minha casa.

ANIMAÇÃO CIRCENSE BY NOÉLIA ROMÃO 2008

quarta-feira, 17 de abril de 2013

TERRORISMO

Boston, 14 de Abril.
Há cerca de cinco anos que não vou a Boston, fá-los-á em Setembro próximo.
Durante 6 anos e de dois em dois anos desloquei-me em trabalho a Boston, permanecendo de cada uma das vezes uma semana.
Aprendi a gostar da cidade.
Com o rio, com as ruas movimentadas, com um cemitério de campas rasas e sem muros a rodeá-lo no meio da cidade, dos esquilos no meio de um jardim no centro da cidade, com a população do Massachussets, um dos Estados mais democráticos dos EUA, origem da Familia Kenedy e onde existe a Kenedy Library, que visitei  e onde não existe há muitos anos a Dead Penalty.
Foi com espanto e pesar que tomei conhecimento do atentado ali ocorrido. Podia ter sido eu, dado o tempo que lá passei, a sofrer as consequências. Ou a Marina que numa das vezes foi lá ter comigo. Pisei de certeza absoluta inúmeras vezes os passeios - quem sabe se o local exato - onde foram largadas as panelas.
Isto porque o meu Hotel, o Coppley, situado em Coppley Plaza está situado a cerca de oitenta metros onde ocorreram as explosões, mesmo junto á Igreja e ao jardim fronteiro ao hotel.
É inadmissivel o que aconteceu aos feridos e sobretudo aos mortos, em especial á criança de oito anos, podia ser a minha Neta Beatriz (foi dela que me lembrei).
Alguns de nós, os inteligentes que não os "espertos" evoluem quando envelhecem (mais experiência, mais racionalidade, amadurecimento dos neurónios, no caso de existirem, e no meu caso, desculpem a estulticia existem), outros, não. Se calhar em definitivo...
Daí a cometer-se terrorismo vai um passo, seja fisico seja "intelectual".
Presto aqui a minha homenagem á cidade de que aprendi a gostar.
É singela, mas é sincera, não deixando de assinalar que o terrorismo também pode ser - estúpidamente - "intelectual" e não só fisico, como neste caso. É também importante sublinhar isto.
Eu conheço alguns casos, os quais só podem existir devido á estupidez, inveja e mesquinhez.
Paciência.
Deixo duas fotos de locais muito perto das explosões,  menos de cinquenta metros, tiradas em 2003.
Até outro dia.
LOCAL DO REBENTAMENTO. AO FUNDO O HOTEL COPLEY EM COPLEY PLAZA



PREDIO DA JOHN HANCKOK ATRÁS DA COPLEY PLAZA. IMAGENS NA TV SÃO VISTAS DO ALTO DESTE PREDIO

domingo, 14 de abril de 2013

MONTE DO GIESTAL - ALENTEJO - PORTUGAL

Há já muito tempo que nada dizia.
Por um lado porque felizmente tenho - temos - tido muito que fazer a nível profissional e quando acabamos cada dia, geralmente bem tarde, já nada nos apetece fazer, salvo mantermo-nos a par desta trapalhada deste país constantemente tratado a pontapé e ler um pouco.
Porém hoje é cedo e decidi partilhar com os leitores, poucos, mas muito bons, acho eu... um fim de semana sem trabalho, mentira, porque ainda tivemos um telefonema por causa de um sinistro grave, mas que conseguimos ajudar a resolver. Nada de mais, dado que tem é a proca inequívoca de que as pessoas, neste caso, as empresas, confiam no nosso profissionalismo...
Sigamos.
Fomos até um fantástico empreendimento que mais não é do que uma dezena de casas de campo, denominado "Monte do Giestal", na Cova do Gato, Santiago do Cacém. Não pelo luxo, mas pela limpeza, simpatia das pessoas e pelo ar puro. Já é a terceira vez que lá vamos passar um fim de semana e já recomendámos a algumas pessoas. Vale francamente a pena, pois além do que acima disse, ainda por cima é relativamente perto de Lisboa, menos de 200 Km, o que nestes tempos de crise dá sempre jeito.
Desta vez fomos  porque fomos convidados a passar o fim de semana com a Beatriz e com a Matilda, decidimos levá-las lá, pois teriam piscina interior, banho turco, sauna, poderiam estar no campo e além do mais, poderiam "andar á solta" sem carros.
Assim foi.
Chegámos na sexta feira ao final da tarde mas ainda assim fomos para o SPA, que é como quem diz, para a piscina interior, só que SPA para a Beatriz, já lhe cheira a coisas de pessoas crescidas, portanto é melhor dizer assim.
Água quente, jactos de água, banho turco, sauna, enfim um nunca mais acabar de novas experiências.
Á noite um jantar em casa, frugal mas alimentador, brincadeiras, ver TV e ...cama, porque na manhã de sábado havia que começar razoávelmente cedo as diversas experiências.
E foram variadas: baloiços, conhecer o XUXAS - um simpático borrego de três meses apenas - que está a ser criado pela Lili, - batismo colocado pela Beatriz e Matilda - a uma das empregadas do Monte. Dar-lhe ou ajudar a dar um biberão de leite, dar cenouras a um cavalo que vive no Monte, ver a tosquia de ovelhas, por sorte pura, dada a coincidência da estada com o dia da tosquia, conhecer a cortiça, enfim alguma cultura da vida da agricultura.
É fundamental para a sua formação. Achamos nós, claro...
No Domingo visita a umas minas desativadas, a cerca de 20 Km: as do Lousal, perto de Grandola, a da Vila Morena.
Foi como que uma visita de estudo sobretudo para a Beatriz, que teve oportunidade de perceber o que é e como é, o trabalho de uma mina, fazendo a brincar o respetivo trabalho, teve oportunidade fazer experiências geológicas, no Museu do Conhecimentos das Minas, teve, tiveram, dado que a Matilda também participou ativamente, numa experiência quimica, etc., etc.
Passou depressa o fim de semana, infelizmente.
Porém estamos em crer que além de terem gostado - para nós a questão não se coloca - serviu, também, para a Beatriz ter dado um pequenissimo passo na sua formação e compreensão do mundo que nos rodeia.
Outros bem mais importantes dará.
Estamos convictos.
Vejam algumas fotos e depois digam se não são um espanto: a Beatriz e a Matilda, claro.


O QUE SERÁ?
FESTAS AO CAVALO
MOSTRA LÁ A BARRIGUINHA!!
POSE
NO CABELEIREIRO
ILUSÃO DE OPTICA
QUE BOM!!
DIZ LÁ!!!
ZANGA
DE VERDADE
DAR DE BEBER AO XUXAS
A NOSSA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA
TRABALHO DE EQUIPA
POSE P'RA FRENTEX
TRABALHO DE MINEIRA
ANDA LÁ
POSE DE SENHORA

domingo, 10 de março de 2013

ANIVERSÁRIOS II

Hoje foi dia de surpresa.
E como qualquer qualquer surpresa, foi verdadeiramente, além de surpreendente (La Palisse...),  muito boa.
A Marina organizou um almoço para a nossa Familia, a minha Filha Cláudia, as minhas Netas, Beatriz e Matilda, a minha Mãe, Maria José, os Meus Cunhados, Paula, Rita e José, os meus Tios, Joaquina e Horácio e os meus Sobrinhos, Mara e Rafael. A minha Sobrinha Cátia, Luis, seu Marido e o seu Filho mais novo, "Didi", como lhe chama a Matilda, não puderam estar por doença dele. É sina.
Em pensamento esteve a Carla, nossa Sobrinha, lá longe, em Londres, onde vive com a sua Amiga, a Cris, que também sabia(m) desta surpresa.
Foi, repito muito gratificante.
Acabámos por festejar, embora com atraso, os aniversário, da Paula, 26 de Fevereiro, da minha Mãe, 27 de Fevereiro e o meu, 2 de Março.
Mas sobretudo foi um dia de convivio franco de uma Familia que, com todos os seus acordos e desacordos, naturais, se respeita e se preza.
Pena foi, é, que os definitivamente ausentes, não pudessem estar: o meu Pai e os meus Sogros.
Os miúdos brincaram, jogaram á bola, molharam-se na piscina, passearam na água da chuva acumulada no jardim, enfim os disparates do costume.
Nós almoçámos muito bem, com bom vinho, conversámos, falámos mal do (des)governo, dos roubos que a quase todos nos fazem, nomeadamente nas reformas e nos impostos, nos subsidios and so on, de manifestações, enfim do que nos deu na real gana.
No final os putos, Beatriz e Rafel atiraram uma bola para o jardim do vizinho do nosso lado, que não estava. Como de resto é habitual.
Quase choraram aflitos porque tinham ficado sem bola e não sabiam como a ir buscar.
Lá se engendrou uma maneira e acabaram, a Beatriz e o Rafael por passar por uma aventura.
E nós a rir e a gozar o prato, mas simultâneamente a incentivá-los a ultrapassarem os obstáculos. É  assim que se educa e ensina.
Vejam algums fotos.


















ANIVERSÁRIOS

Façamos um pequeno intervalo na viagem à Nova Zelândia.
Na semana passada aproveitando os aniversários da minha Mãe e da minha passagem a "sexygenário" e juntando a isso a necessidade evidente da Marina descansar uns dias, do muito trabalho que felizmente temos tido na Segursintra, decidmos ir "dar uma volta".
Fomos á minha terra, Aldeia da Ponte, para passar o aniversário da minha Mãe no dia 27 de Fevereiro, aproveitando a proximidade para ir até Salamanca, onde ela já não ia há bastante tempo.
Fomos almoçar a um restaurante onde há anos eu e a Marina, integrados num grupo da Victoria Seguros, onde trabalhei, tinhamos jantado. Um jantar inesquecivel, de resto.
Foi na Casa Paca. Aconselhamos vivamente!!!
Fomos acompanhados da minha prima Rosa.
Além de ter sido um optimo almoço, ainda tivemos a felicidade, de apanhar um nevão, no caminho, que prenunciou um outro ainda maior que acabou por caír em Aldeia da Ponte nessa mesma noite. Está-se mesmo a ver a alegria da Marina, não muito habituada a ver este fenómeno.
No dia seguinte, prosseguimos viagem para o Alentejo, Borba, mais exatamente, para passar uns dias. No entanto desta vez, decidimos ir por Espanha, fazendo o caminho por Ciudad Rodrigo, Cáceres, Badajoz e reentrando em Elvas, até Borba.
Mais neve no caminho, nomeadamente antes de chegar-mos a Cáceres, Cidade que mal conheciamos e onde aproveitamos para almoçar e conhecer o "casco antiguo". Bonito e bem preservado.
No Alentejo, demos mais umas voltas, por Reguengos de Monsaraz onde também tinha nevado e onde a neve (gelo) ainda se mantinha dois dias depois, dando á paisagem no meio da Vila, um efeito completamente diferente daquele a que estamos habituados.
Deu para descançar, namorar e comer muito bem. Como é habitual no Alentejo.
No dia 2 de Mrçao passei uma data importante - para mim, pelo menos e que é o qb : passei a "sexygenário" e tive a alegria de receber inúmeros telefonemas, incluindo estrangeiro e não só da Alemanha, sendo naturalmente daqueles que mais apreciei (que me desculpem os restantes) o da minha Filha e das minhas Netas: infelizmente não pode estar com elas pessoalmente, mas isso são contas de outro rosário.
O tempo se encarregará de recolocar o comboio nos carris, até porque a seguir a tempos, tempos vêm.
De qualquer modo obrigado a todos e todas e foram muitos e muitas, pela lembrança.
Foram dias muito bem passados e que nos deram para recarregar baterias, até à próxima paragem que será em Junho, e essa será bem diferente, por certo.
Acho eu....
Vejam algumas fotos.