sexta-feira, 30 de abril de 2010
3 MESES DEPOIS
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
FINAL DAS FÉRIAS : SINGAPORE


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E eis que estamos no último dia das férias, entalados entre duas viagens de avião, a primeira de 4 horas entre Malé e Singapore e a segunda entre Singapore e Frankfurt Lisboa, sendo que o primeiro troço destas últimas duas tem só doze horas.
Chegámos a Singapore ás 7 da manhã (saíramos de Malé ás 00,00 mas com a diferença horária...), e fomos ver se conseguiamos descansar um pouco num hotel que existe dentro do aeroporto. Aliás este aeroporto, tem rigorosamente tudo: ginásios, piscinas, massagens, cabeleireiros, um enorme centro comercial, onde se vende tudo e mais alguma coisa...enfim um mundo.
Claro que não conseguimos dormir e assim sendo, cerca das 9,30 apanhámos um taxi e lá fomos nós passear para Singapore.
É uma Cidade onde parece que não houve crise rigorosamente nehuma. De há dois anos para cá, nota-se uma transfiguração completa na cidade, com muito mais prédios enormes já construídos e muitos mais em construção. Uma loucura, mas simultâneamente a prova provada que na Asia se houve crise, foi antes para se saber onde se gastaria o dinheiro.
Apanhámos o sky raill (que viramos a construir), para a ilha de Sentosa, que mais não é do que um parque de diversões, com teleféricos, montanha russa (ou chinesa?),daquelas de que só olhar...cansa. Enfim lá passeamos um bocado e regressámos a Singapore para ir almoçar.
Tanto andámos que demos por nós sentados na esplanada de um restaurante onde tinhamos
estado a almoçar há dois anos.
Lá nos tentaram enganar com o peso de uns bichitos que comemos (disseram-nos que pesavam um Kilo cada um), mas óbviamente que somos Europeus,mas não tansos.
Reclamámos, fomos ver a pesagem, ou a sua suposta repetição e, claro. Tinham de facto 1 Kilo, mas eram os dois e não cada um.
Nada de importante, óbviamente...
E assim se esgotou o tempo e lá regressámos ao aeroporto, para mais uma espera de 5 horas, que nos deu direito a um banho e a trocar de roupa no hotel onde tinhamos um quarto alugado, (mais parece um cubiculo),e que é alugado à hora... Sim à hora,mas sem segundas intenções...
Aproveitamos para vos dar a conhecer alguns dos cartões de restaurantes,B & B e bilhetes de museus, parques, etc. que ao longo da viagem fomos utilizando e visitando.
Até à próxima, pois este blogue tornou-se algo dinâmico vai sendo actualizado,à medida que as coisas, sejam elas quais forem, forem acontecendo... Percebem????
Obrigado.
Marina & Gomes Antão
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
FINALMENTE FÉRIAS: MALDIVAS!!!

Enfim, como já antes Vos disse: Turista sofre, mas, quer queiramos ou não, mais vale ser turista-que-sofre, do que outra coisa, muito pior...V. percebem.
Adiante. Chegámos a Malé ás 10 da noite de um dia e fomos para o hotel e lá comunicaram-nos que ás 5 horas (da manhã, claro), tinhamos que estar prontinhos, lavadinhos e tudo, pois tinhamos que apanhar o seaplane para a ilha onde íamos estar 6 dias.
Foram 6 dias de papo para o ar a apanhar sol e a tomar banho em água (do mar, claro) a 26/27 graus centígrados, e a trabalhar...mas para o bronze.
De resto, há assinalar apenas a "bondade" do hotel, o qual foi há meses escolhido por culpa da Marina, que me enviou, um email com umas fotos espectaculares.
De exercicio, para além da leitura e de uma ou outra caminhada que fazíamos na ilhota, mas que infelizmente, não dava para muito, uma vez que a volta completa demorava 15 minutos, tal o tamanho da mesma, fomos uma vez à pesca.
Foi interessante este final de dia, (saímos ás 5 da tarde e regressámos ás 7,30, da tarde também, claro). Fomos com um casal de tailandeses e com um russo. Apanharam-se cerca de doze ou treze peixes, para além de...um tubarão e uma moreia. Exactamente leram muito bem: um tubarão e uma moreia. O tubarão teria entre 1,5 e 2 metros e a moreia, não conseguimos ver o tamanho pois estava toda enrolada em si mesma. Claro que estes dois peixes não foram puxados para bordo até porque são espécies protegidas, mas que foram momentos altos da pescaria, foram, como calcularão. Quem apanhou o tubarão foi a tailandesa e quem apanhou a moreia, foi o tailandês. Nós apanhámos quatro peixes: dois job-fish e dois red snapers. Para o jantar (nosso) foi reservado um dos job-fish que foi parcialmente comido grelhado, (o resto não sabemos quem e como o comeu), pois nós, não o conseguiamos comer todo, uma vez que teria entre 3 a 4 kilos.
Claro que mais uma vez, tive um azar, ou melhor dois: fiz um esforço tremendo para puxar para cima, um enorme peixe, com um peso que excedia todas as minhas expectativas, ao ponto de ter pedido ajuda a um dos tripulantes do barco (ou melhor da embarcação, como diz um amigo meu, que foi marujo...).Qual não foi o meu espanto e desilusão quando o dito tripulante, com um ar de algum...desprezo, se vira para mim e diz "no fish sir". Para além do facto de que na altura me orgulhei de me ter chamado de "sir", fiquei mais do que desiludido quando tive que reconhecer que ele tinha razão: era um coral, que o anzol ao ter arrastado no fundo, a cerca de oitenta metros de profundidade, "agarrou". Claro que o coral foi de imediato devolvido à procedência. O outro azar, de que me orgulho sinceramente, teve a ver com um facto algo inédito (para mim foi de todo): fui mordido por um peixe: ao tentar pegar num dos peixes que já tinha pescado e que estava na caixa que podem ver numa das fotos aqui divulgadas, um outro, ao que parece querendo vingar o amigo, prega-me uma dentada num dedo, que me deixou de imediato a sangrar do referido dedo, tendo de imediato dado baixa momentânea à enfermaria, para que o dedo me fosse entrapado.
Claro que, passados alguns momentos já estava de novo em campo, para pescar mais uns peixes.
Em suma, já fui mordido por cães, já um camelo me tentou morder, sem no entanto o conseguir, mas ser mordido por um peixe...não é para qualquer um.
domingo, 24 de janeiro de 2010
ALBUM DA AUSTRÁLIA
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
AUSTRÁLIA – APRECIAÇÃO FINAL


Cabe aqui referir que em conversas que tivemos e sobretudo com o Greg, ( best regards, Greg) o tal guia de Kangaroo Island, o Governo Central Australiano (cada estado tem o seu Governo e depois existe um Governo Central), aconselha que cada pessoa aufira cerca de 65.000 dólares australianos por doze meses de trabalho (também na Austrália não há subsídios de Férias e Natal), para ter uma vida boa e desafogada. Porém, como nos contos de fadas, não é isso que acontece. Genericamente o ordenado médio ronda os 30.000 ou 35.000 dólares, praticamente 50% abaixo da referência governamental. Refira-se que estes 30.000 dólares, equivalem a cerca de 20.000 euros. Por aqui, pode-se portanto ver que a vida não é propriamente barata na Austrália, sobretudo ao nível das rendas de casa, comer em restaurantes, visitar museus ou afins, saúde, muito embora toda a gente tenha direito à saúde, sendo que cada vez mais este conceito não passa de um eufemismo, como de resto acontece em Portugal.
Nesta viagem estivemos em três diferentes estados australianos, a saber: New South Walles, Victoria e South Austrália. Desta forma apenas ainda não estivemos num dos seis Estados que compõem a Austrália, pois das outras vezes que lá estivemos já tínhamos estado no Queensland e no Outback.
Não Vos quero maçar mais, pois além de estes relatos já irem longos esta mensagem ainda vai mais, proporcionalmente, porém em definitivo, diremos, que a Austrália é um país bonito, organizado, e que vale bem a pena visitar, fazendo alguns sacrifícios, quer financeiros quer de outra índole, nomeadamente quanto aos voos: nesta viagem, para além de conduzir-mos 3.324 km fizemos catorze voos e cerca de 70 horas, só “a voar”, fora portanto esperas, que não foram poucas em aeroportos.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
KANGAROO ISLAND






As pessoas vivem essencialmente do turismo e da pesca, tendo um nível de vida aparentemente bem confortável. Aliás existem na ilha duas ou três pequenas industrias, se assim se pode chamar, ao que se faz numa “fábrica” de produção de mel, numa pequena cultura e transformação de alfazema, (cultivam diferentes qualidades de alfazema) e fazem praticamente tudo do resultado desta cultura, doces, chás, piripiri, mostarda, etc., etc.
Kangaroo Island é uma ilha recente. Ou seja, apenas há dez mil anos passou a ser ilha, pois até aí estava integrada na Florieu Península, que visitámos e de que vos falámos, nomeadamente na mensagem sobre Victor Harbour.
Não sabemos quantos km percorremos, mas foram bastantes, a maioria deles, por estradas não asfaltadas, sendo no entanto verdade, que são estradas de terra batida, mas de uma dureza tal, que dispensam bem o alcatrão.
No dia seguinte prosseguimos o nosso périplo tendo percorrido a pé o Koalla Way, onde vimos depois de muito procurar nas árvores, inúmeros Koallas, em puro estado selvagem.
Fomos ver os leões marinhos brancos como aliás na véspera já tinhamos visto, mas pretos e a que os Australianos não ligam tanto , que são um bonito animal e que os Australianos em geral e os habitantes de KI em particular tudo estão a fazer para preservar.
Voltámos a fazer um pic nic. Aliás cabe aqui dizer que os Australianos praticamente não almoçam, antes preferindo, beber durante o dia sucessivos “cappucinos”, dos quais se vão alimentando. É verdadeiramente impressionante a quantidade de leite que estes tipos bebem.
Este pic nic não sei se por acaso, ou não, estava melhor servido do que o da véspera.
Como curiosidade refira-se que na Austrália, ao contrário, por exemplo do Panamá, os pelicanos são brancos e pretos, enquanto que no Panamá, são cinzentos.
Posto este espectáculo, fomos para o aeroporto para apanhar o avião de regresso a Adelaide.
Aliás é enorme a preocupação dos Australianos em geral, com a limpeza e a preservação do ambiente, pelo menos ao nível da cada vez maior utilização da energia solar e eólica, bem como quanto à reciclagem do lixo e não utilização de plásticos para embalagens e transporte de compras, por exemplo. Este sentimento é bem patente nesta ilha, como noutros lugares, tal a limpeza e o cuidado que têm com vegetação, mar, lixo, etc.etc.
Aqui ficam algumas fotos de KI apenas como aperitivo do álbum geral a publicar.
Até à próxima.