sábado, 21 de abril de 2012

CONTINUAÇÃO





Como estarão recordados no último post prometi que iria publicar algumas fotos da nossa viagem/estadia no Alentejo, mais exatamente Estremoz e ida a Olivença (Olivenza, mais própriamente).
Não o fiz, por lapso de que mais tarde me apercebi.
Tenho andado dia para dia para corrigir o lapso, no entanto, primeiro devido á operação a que fui submetido (nada de grave, não embandeirem já em arco...ha, ah, ah), e depois devido ao ultimar dos pormenores do negócio que fizemos e que, quem leu o último post, se recordará, pois fomos ao Alentejo para descansar mas também para analisar prós e contras desse negócio, tal não me foi possível. Posteriormente, também, foi esta semana terrível de trabalho - é bom sinal, claro - na Segursintra e na rua devido a esse mesmo negócio.
Clarificando esse negócio: chegámos a acordo com duas seguradoras para assumir-mos uma carteira de umas largas centenas de milhares de euros de prémios, bem como de cerca de mais 1.200 Clientes. Têm sido e vão ser tempos de muito trabalho, mas que simultâneamente nos irão permitir dar mais um salto, estamos em crer que grande, no nosso volume de negócios e do crescimento sustentado da Segursintra, rasgando outros horizontes que a seu tempo explicitaremos quer aqui quer através da página do facebook da Segursintra.
Mas isto é assim: quando as pessoas acreditam, tudo é possível.
Iremos vencer mais este grande desafio!!!
Tenho a certeza.


domingo, 8 de abril de 2012

DESCANÇO E REFLEXÃO (e decisões)

Neste fim de semana da Páscoa, contráriamente ao que (nos) é habitual, decidimos, saír de casa. Que é como quem diz, decidimos ir "dar uma volta".
Fomos até ao Alentejo, passar um fim de semana ligeiramente alargado, numa casa de campo, onde há três ou quatro anos, já tinhamos estado, então, com a Beatriz.
Trata-se de uma casa de campo ("A FORNALHA"), extremamente agradável, quase no meio do nada, perto de Borba, gerida por uma Senhora, embora portuguesa, criada no Canadá e demonstrando isso mesmo no seu sotaque e na sua educação.
Decidimos fazê-lo, fundamentalmente por duas ordens de razão:
A) A Marina anda extremamente cansada (são cerca de onze, doze horas de trabalho duro, todos os dias) e é importante parar-se nestas circunstâncias, de vez em quando, (não esquecer que sei o que isso é, pois fi-lo durante algumas dezenas de anos);
B)Porque tinhamos que tomar algumas decisões sobre a Segursintra, para eventualmente aplicar num futuro próximo;
Nestas circunstâncias é certo e sabido, pelo menos das pessoas que estão habituadas a tomar decisões ponderadamente, que nada há, de melhor, do que afastar-nos do centro de decisão, pois isso dá-nos uma perspectiva independente, digamos, e fundamentalmente mais fria e consequentemente mais esclarecida.
Foi isso que fizemos.
Daí tomámos algumas decisões, que teremos que submeter aos nossos Parceiros, mas que estamos convictos que nos vão dar oportunidade de dar mais um, (grande), salto em frente, não obstante os tempos conturbados que por razões endogenas e por razões exogenas vivemos de há tempos a esta parte.
Na altura oportuna, dar-vos-emos conhecimento das decisões, ora tomadas, ou pelo menos "alinhavadas", mas que estamos convictos farão com que a Segursintra, empresa que fundámos há cerca de vinte e cinco anos e onde investimos muitos dos nossos neurónios, (e não só...já agora), dará mais um salto qualitativo com a ajuda dos nossos Parceiros, como aliás tem acontecido nos últimos tempos.
Bom, foi de facto um fim de semana extremamente proveitoso.
Bom tempo, boa comida, boa hospitalidade e bons passeios (para além das boas decisões profissionais que alinhavámos...).
Num desses passeios fomos a OLIVENZA (para os puristas-patriotas OLIVENÇA).
É uma vila (?) pequena, branca, bonita, com ruas estreitas, e onde se pode ver que em cada rua, na placa toponimica, surge a antiga designação portuguesa.
O que revela um grande respeito por parte dos nossos vizinhos, relativamente aos fundadores do burgo.
É uma localidade muralhada. Essa muralha foi construída para ajudar á resistência (Castelhana), ás diversas tentativas que os portugueses quando readquiriram a sua independência, lançaram para (re)tomar a posse do burgo.
Sempre sem êxito.
E a pergunta que (se) deixa é: para que queriam os "Olivenzinos"(?) voltar a ser "Oliventinos"?.
Visitámos dentro das muralhas, um magnifico Museu Etnográfico, que nos levou aos viveres dos tempos antigos. Esse Museu está extrememnte bem apresentado, ocupa dois pisos, havendo em cada um deles duas/três Senhoras que indicam aos turistas, o que falta ver e lhes dão algumas indicações, em resposta ás duvidas que os visitantes apresentam. Era Sábado. E viam-se inúmeros turistas, fundamentalmente espanhóis.
Num outro dia visitámos Évoramonte, simpática aldeola, perto de Estremoz, que eu conhecia de passagem e onde inclusivé já tinha jantado no Castelo. A Marina não conhecia.
Vale apenas um comentário: estávamos nós á porta do Castelo, para o visitar, e em simultâneo estavam, alguns espanhóis.
A porta do Castelo estava fechada.
Na porta havia um cartaz que rezava, (rezará, com certeza): fechado aos Sábados, Domingos e Feriados.
Esa sexta feira Santa.
Ás malvas o turismo em Portugal!!
Somos na realidade um País de incompetentes.
Tão incompetentes que até temos um Primeiro Ministro que diz que os subsidios de Férias e Natal dos funcionários públicos e reformados (a parte mais fraca...) são cortados em 2012 e 2013.
 Tão incompetentes que um Ministro das Finanças diz que afinal isso foi um lapso.
Senhores: um de Vós é mentiroso e o outro é incompetente!!!
Assim sendo, demitam-se porque de mentirosos e incompetentes (e "lapsos", já agora) ficaram os portugueses fartos, num passado recente.
Até á próxima e deixo-vos aqui três fotos, para Vos aguçar o apetite de irem passar uns dias no Alentejo!!!


sábado, 31 de março de 2012

A HORTA DO GA

Os tempos de crise, impelem-nos a ser mais criativos. Mas não só os tempos de crise. Os tempos do outono da vida, empurram-nos, aos que conseguem, claro, para as suas origens.
As origens variam, consoante a formação e a educação que nos deram e que tivemos a capacidade de apreender.
Indiscutivelmente que as minhas origens são da terra, muito embora eu tenha tido o previlégio, de ter evoluido (?) para outros meios, assaz mais, muito mais, diria, prazenteiros e rendáveis.
Não obstantante isso, não esqueço - nunca esquecerei, aliás - as minhas origens e as dos meus Pais e as dos meus Avós e as da minha Familia em geral.
Coisa que lamentávelmente nem toda a gente consegue reter, por uma razão ou por outra.
Vem isto a propósito de eu e a Marina ter-mos a felicidade de ter-mos uma casa, com um pouco de terreno - quem me dera ter tido a possibilidade de ter mais - e que habitualmente utilizavamos exclusivamente, ou quase para plantar flores.
Ficava, sem dúvida, extremamente bonito o jardim (do corpo nos saía, convém não esquecer...).
Este ano, unilateralmente decidi, num dos canteiros, não plantar flores, mas sim uma pequena horta.
Dá gosto ver, dá gosto olhar para os produtos a crescer e a boca a salivar, dá gosto dar alguns deles, enfim dá gostos...(ou likes se quiserem...).
Assim, este ano, decidi, plantar tomateiros, alfaces de qualidades diferentes, verdes e escuras (não sei o nome apropriado...), pimentos de diversas qualidades, normais, piri-piris e de padron, beringelas, pepinos, salsa, coentros, morangos, alhos franceses, etc.
Dir-se-á, isso é que vai ser poupar dinheiro!!! Responderei: não, isso é que vai ser contribuir para a riqueza nacional, coisa a que todos, mas todos, deviam ligar em cada atitude, decisão, acção, etc.
Claro que o contributo é ridiculo. Disso tenho a consciência, como aliás, tenho de outras coisas.
Porém o mais importante é o orgulho e a satisfação de provar a mim próprio que se tiver que me agarrar a outra "enxada", sei como o fazer.
Vou disponibilizar algumas fotos e futuramente divulgarei outras, para que aqueles que "me" seguem por esta via, possam avaliar a beleza que estou seguro, vai saír daqui.
Até á próxima.



domingo, 25 de março de 2012

MORREU O MAURHURHU

Declaradamente não era esta a mensagem que pretendia publicar.

De facto tenho desde há dias uma outra mensagem, para publicar - que está ainda "em rascunho" - porque estou á espera de ter paciência para digitalizar um documento, o que sendo uma tarefa simples e fácil, carece de paciência para o fazer.

No entanto hoje de manhã, fui surpreendido pela minha Filha, a Claudia, e pela minha neta Beatriz, com a noticia da morte do MAURHURU.

Estava já velho, pois tinha perto de catorze anos, o que para um cão e ainda por cima da sua, digamos que "meia-raça" (labrador) e com os seus problemas de saúde - epilepsia - era bastante.

Era um cão espectacular, muito melhor que muitos humanos, sublinhe-se.

Acompanhou o nascimento e a criação da minha neta Beatriz e posteriormente da Matilda, nesta altura já bastante velho.

Tinha caracteristicas fabulosas, nomeadamente, mas não só, em termos de comer: tudo comia desde que dado á mão: sardinhas, melão, melancia, pera, etc. Ia dentro da piscina buscar uvas e cerejas - de que era particularmente "apreciador".

Um dia andou desaparecido, ainda eu e a Marina (e a Claudia),- viviamos na nossa ex-casa do Algueirão, -durante dois ou três dias, até que me lembrei de colocar uma foto sua e um apelo no Club que existia - e existe - ao lado dessa casa que foi nossa.

Passadas poucas horas um rapazito veio-nos entregar o cão, todo sujo de cimento e lama (era inverno).

Tinha andado numas obras á procura de uma qualquer cadela. Coisas da juventude...

O nome e a origem do mesmo, proveio de uma viagem que eu e a Marina fizemos ao Tahiti (Bora-Bora, incluída): de facto os Tahitianos saõ extremamente simpáticos, (como ele era), e por tudo e por nada, dizem: maurhurhu, de uma forma extremamente afável.

Quer dizer OBRIGADO.

Teve o MAURHURHU um nome simpático e assaz feliz (ou não tivesse sido eu a "batizá-lo", topam?).

Como aliás sempre foi um cão simpático, afável e meigo.

Até uma mensagem mais alegre.

sábado, 28 de janeiro de 2012

FINALMENTE A "ESTÓRIA DO CÃO"

É verdade.

Vou hoje contar - ou tentar - contar uma "estória" que se passou há cerca de 38/39 anos com um cão e com a minha sobrinha Carla, com a qual tenho ultimamente mantido inúmeros contactos, e que sendo prima  da Cláudia, é também madrinha da minha neta Beatriz,  foi obrigada a ir para Londres trabalhar, ainda antes da sugestão feita pela actual governo para alguns portugueses irem arranjar trabalho no estrangeiro, porque por cá as perspectivas são tudo menos risonhas. Salvo para alguns que recebem subsidio de desemprego e que o conseguem acumular com outros rendimentos. De trabalho, ou não.

Bom vamos à "estória" e deixe-mo-nos de coisas tristes.

Ainda antes de casar com a Marina, já éramos o embrião de uma Família feliz. Isto porque provimos de duas Famílias estruturadas que nos puderam, e quiseram dar educação e formação (escolar e sobretudo moral).

Assim, namorava eu com a Marina e com os meus Cunhados (irmã e irmão da Marina e com a Rita, mulher do irmão mais velho da Marina), dávamos grandes passeios num carocha que a Paula (irmã mais velha da Marina), tinha.

Num desses dias e noites deu-nos para ir jantar ali para os lados de Tancos.

A Carla, a tal minha futura sobrinha, que gostava bastante de mim, se calhar porque eu a arreliava muito (...), também foi.

Entrámos no restaurante e lá estava um cachorro, malhado de branco e preto, futuro vira-latas, vulgo dog street.

Naturalmente que a Carla, então com pouco mais de dois anos, passou o jantar a brincar com o cachorro e dizendo que o dito cujo, era dela.

E eu a dizer-lhe que sim senhora, estava bem,  que levaríamos o cachorro para casa.

Chegada a hora de vir embora, lá agarrei no cachorro e lá o meti dentro do carro sem que ninguém visse.

Todo o caminho a Carla, veio agarrada ao cachorro, mesmo a dormir. Quando lho tentávamos tirar do colo, lá acordava e lá o agarrava de novo.

Chegados a casa, para onde iria o cão. Pensámos, pensámos e naturalmente descobrimos, que o melhor seria ir para o café que os meus sogros tinham.(ainda não havia asae).

Problema resolvido.

O cachorro lá ia crescendo e a Carla lá ia brincando com ele.

Até que um dia o cachorro foi para a rua. Rua, estrada. Estrada, carro. Carro, atropelamento. Atropelamento, morte.

Acabou-se o cachorro-roubado.

Passados uns anos fui convidado em conjunto com a Marina para ir a um almoço-convívio com Colaboradores meus e Mediadores da Victoria a propósito de terem ganho dois BMW num Concurso de Produção que organizámos na Victoria. Eu na altura era Administrador com o Pelouro Comercial da dita seguradora.

Esse restaurante, que eu não fazia ideia qual era, era propriedade dos pais de uma Colaboradora da Victoria Seguros, sendo simultâneamente o pai dessa Colaboradora, nosso Mediador (da Victoria) e que eu conhecia e conheço, perfeitamente.

Chegados ao restaurante, qual não é o meu espanto, quando verificámos que era o mesmo onde tinha roubado o cão há então, cerca de vinte e cinco anos atrás.

Naturalmente que não resisti a interpelar quer a Colaboradora da Victoria quer os seus Pais, há quanto tempo tinham o restaurante.

Felizmente que na altura do roubo do cão, ainda não eram os proprietários do restaurante, razão pela qual lhes contei esta "estória".

Cá está, Carla, a publicação da "estória" do cão.

O prometido é devido. E como sabes tendo defeitos como todos, há um que não tenho: deixar de cumprir a minha palavra.

Até à próxima.

domingo, 22 de janeiro de 2012

COISAS SÉRIAS, PARA TODOS

Finalmente na semana passada foi assinado o Acordo para a Concertação Social.

 Levou meses a discutir, como todos nós nos recordamos.

 Para além da questão das indemnizações por despedimento (sem justa causa), terem sido significativamente reduzidas, "caiu" a meia hora de trabalho a mais e "caiu" igualmente o direito ao prémio que havia por se cumprir a obrigação que todos temos: assiduidade ao trabalho. Ou seja, deixa de haver o prémio de três dias de férias, por se ir trabalhar.

 Como estarão recordados já em 23 de Outubro tinha advogado exactamente isto, pelo que esta medida só pode ser no mínimo razoável, dado que estou longe de ser um iluminado. Sou apenas e só racional. 

 De qualquer modo acho que se foi pouco ambicioso. Nomeadamente na área das fraudes e da corrupção. 

 A todos os níveis. Porque se se diminuírem as fraudes na área do trabalho, venham elas de onde vierem, todos sem excepção, ficaremos a ganhar. 

 E há quem continue ou pelo menos queira continuar a viver da fraude. 

 Conto-vos um episódio, passado recentemente e de que tenho conhecimento. Determinada pessoa despediu-se da sua Entidade Patronal, para ir trabalhar para a concorrência, como se se veio a constatar. Não satisfeita (a pessoa) por atraiçoar infamemente a sua Entidade Patronal que lhe pagava um salário em cerca de 30% a mais do que é considerado o salário médio em Portugal (cerca de 800€), pediu, vá-se lá saber porquê, para a tal Entidade Patronal lhe passar uma carta, como se tivesse sido esta a despedir a pessoa, (sem justa causa), para apresentar no Instituto de Emprego para assim poder receber o respectivo subsidio de falso-despedido-desempregado. 

Uma palavra: vergonhoso e que diz bem da trafulhice que por aí ainda pulula nesta matéria. Naturalmente que não podemos generalizar esta questão. 

 Mas sempre se pode perguntar: não são estas pessoas, que fazem isto, ou tentam fazer, apenas a ponta do iceberg? Naturalmente que a Entidade Patronal, Contribuinte com todos os impostaos e taxas sempre em dia, lhe respondeu: Não pense nisso e isso é uma vergonha

 Quanto dinheiro não estará o estado a gastar para premiar estes falsos desempregados e que por sua vez tem que ir arranjar, o dinheiro, aos Contribuintes honestos e cumpridores? 

 Fica a questão.

 Até à próxima.

sábado, 21 de janeiro de 2012

NATAL DE 2011

Tinha prometido mostrar algumas fotografias feitas em 24 e 25 de Dezembro, passados.
Como habitualmente cá estou a cumprir a promessa.
Em breve mostrarei algumas fotografias de outras ocasiões.

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